A influenciadora Virginia Fonseca se tornou alvo de críticas ao recomendar um tratamento de soroterapia em suas redes sociais. A prática, que envolve a reposição intravenosa de vitaminas, foi duramente rebatida pelo bioquímico Thales Faccin, que a chamou de ‘patifaria’ e alegou que a atitude da influenciadora é irresponsável e carece de respaldo científico.
Virginia, uma figura influente nas redes sociais, afirmou ter se sentido ‘outra mulher’ após o tratamento. Contudo, Faccin reforçou que procedimentos como esse devem ser realizados somente com orientação médica e após evidências clínicas adequadas, citando a proibição do Conselho Federal de Medicina (CFM) em relação a tratamentos que não demonstrem eficácia.
Falta de Evidências Científicas sobre a Soroterapia
Thales Faccin salientou que não existem evidências científicas substanciais que comprovem a eficácia da soroterapia. Ele argumentou que a reposição de vitaminas por via oral é uma alternativa segura e recomendável, ao contrário de procedimentos invasivos que podem trazer riscos à saúde.
Debate nas Redes Sociais e Implicações na Saúde Pública
A sugestão de Virginia gerou um intenso debate sobre a influência de personalidades públicas nas decisões de saúde da população. O vídeo viral de Faccin, criticando a influenciadora, gerou reações variadas nas redes sociais. A situação ressalta a responsabilidade que os influenciadores têm ao emitir recomendações de saúde.
Diante da repercussão, é esperado que discussões sobre a soroterapia e seus riscos continuem nas próximas semanas. Especialistas e profissionais da saúde provavelmente se manifestarão para esclarecer a importância de informações fundamentadas na escolha de tratamentos de saúde.








