Crise de saúde na venezuela: mais de 10 mil feridos após terremotos

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Crise de Saúde na Venezuela
Foto/Arte: Minuto61 - EditorIA

A Organização Mundial da Saúde (OMS) confirmou que o sistema de saúde da Venezuela está em crise após os terremotos registrados em 24 de junho. O correspondente da CNN, Daniella Zambrano, relatou que mais de 10 mil pessoas foram feridas, e a pressão nas unidades hospitalares é alarmante. Em Petare, uma das regiões mais afetadas, os dois principais hospitais enfrentam lotação extrema e falta de insumos.

Internação de 300 pacientes com traumatismos graves em Petare

No dia 30 de junho, aproximadamente 300 pacientes deram entrada em hospitais locais com traumatismos severos. O total de vítimas é alarmante: 1.943 mortos e 10.571 feridos, um aumento significativo desde o último balanço. A crise é intensificada pela grave escassez de materiais essenciais, como ataduras e luvas, além da dificuldade das famílias em localizar entes queridos desaparecidos.

Transporte hospitalar inacessível: ambulâncias privadas custam US$ 130

Além da pressão nos hospitais, os familiares enfrentam a dificuldade da falta de ambulâncias. As disponíveis são privadas e cobram cerca de US$ 130 para o transporte dos feridos, um valor que é inacessível para muitos na população de baixa renda afetada pelos terremotos.

Desabrigados enfrentam crise humanitária crescente

A situação humanitária se agrava: os sobreviventes não têm informações adequadas sobre abrigos após receber alta médica. As autoridades ainda não forneceram detalhes, deixando muitas pessoas em situação de vulnerabilidade.

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