Sexóloga explica 5 curiosidades da “espanhola”, prática sexual que envolve os seios

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Espanhola prática sexual
Foto/Arte: Minuto61 - EditorIA

Segundo Metrópoles, a “espanhola” é uma técnica sexual que, segundo o Metrópoles, consiste em “penetrar” o espaço entre os seios da parceira, com fricção causada pelo aperto da região, e ganhou uma explicação da sexóloga Tâmara Dias em publicação de 14 de julho de 2026.

O tema entrou em uma coluna de curiosidades do portal e chamou atenção não pelo nome em si, mas pelas variações que recebe em diferentes países e pelo fato de a técnica não depender, necessariamente, de um busto grande, conforme relatou a especialista.

Espanhola prática sexual: 5 nomes diferentes para a mesma prática

Segundo Tâmara Dias, o nome muda de país para país: no Brasil, Itália e França, a técnica é chamada de “espanhola”; na Espanha, recebe o nome de “cubana”; na Argentina, é conhecida como “turca”; no Reino Unido, “francesa”; e, nos Países Baixos, “russa”.

A sexóloga também disse que algumas pessoas usam a expressão “colar de pérolas” para se referir ao ato, em alusão ao sêmen que, muitas vezes, cai no pescoço da mulher quando o homem ejacula entre os seios.

Não é preciso ter busto grande, diz especialista

Outro ponto destacado por Dias é que, ao contrário do que muita gente imagina, não é necessário ter seios grandes para realizar a técnica. De acordo com ela, basta aproximar bem um peito do outro e apoiar o pênis com as mãos para aumentar a fricção.

A sexóloga acrescentou que a mama inteira é uma área erógena e que o prazer pode ser sentido por ambos os envolvidos. Na explicação publicada pelo Metrópoles, ela afirma ainda que alguns homens associam a prática a um fetiche e sentem mais prazer nesse tipo de estímulo do que na penetração vaginal ou anal.

OMS cita sexo como parte do bem-estar

O texto também recupera uma referência da Organização Mundial da Saúde, segundo a qual o sexo é um dos pilares para uma vida saudável. Na mesma linha, a publicação atribui à OMS a ideia de que uma vida sexual ativa pode impactar o bem-estar, o estresse e o sono.

Como contexto, a matéria lembra que a discussão sobre sexualidade ativa não se restringe a idade jovem e menciona a possibilidade de manter a sexualidade saudável até a terceira idade. O próximo fato objetivo previsto, dentro da própria publicação, é a continuidade da repercussão do tema na coluna e em novas explicações da especialista.

Fonte do texto: Metrópoles.

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